A Empresa

A Borella é uma construtora com quase 20 anos de experiência no mercado brasileiro da construção civil. Além de solidificar sua marca no setor, mantém sustentabilidade através de outras atividades empresariais como o plantio de soja na Bahia, cana-de-açúcar e outros insumos em Alagoas e Minas Gerais.

A construtora está sempre buscando expandir o seu padrão de qualidade. Prova disso é a participação no Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade na Habitação e a certificação internacional ISO 9001.

A Origem

A origem da Borella tem relação com as raízes nobres e empreendedoras de Delmiro Gouveia, um dos maiores empresários da história do Brasil. Partiu dele o convite ao engenheiro italiano Luigi Borela – que inspiraria a criação da construtora alagoana – para ser o engenheiro responsável pela construção de obras como a Usina de Angiquinho, a primeira hidrelétrica da América Latina, em 1913, a Fábrica de Tecelagem da Pedra e a construção da Vila Operária.

Angiquinho

A Usina de Angiquinho começou a ser construída em 1911 e inaugurada dois anos depois. O projeto do engenheiro Luigi Borela era tão ambicioso que a experiência de Angiquinho serviu de base para a construção de grandes usinas como o Complexo de Paulo Afonso (a partir de 1955) a de Sobradinho (1973), Itaparica (1979) e Xingó (1987), na Bacia do São Francisco.



Vila da Pedra

A partir de 1912 – quando Delmiro Gouveia dedicou-se aos projetos para a construção da Vila da Pedra – Luigi Borela seria mais uma vez de fundamental importância para o sucesso do empreendimento. A maior dificuldade de Delmiro para a instalação da fábrica era conseguir mão de obra e profissionais especializados. Por isso Delmiro contratou o técnico europeu, que trouxe para o Brasil toda a tecnologia disponível naquele continente.

Fabrica da Pedra

A Fábrica da Pedra começou a funcionar em 05 de junho de 1914, no dia em que comemorava mais um aniversário de Delmiro Gouveia. Os primeiros carretéis vieram da Finlândia. A primeira compra de algodão do Egito. Depois veio a utilização do algodão Seridó, plantado nas terras da região.

Com a fábrica, o lugarejo inabitado da Pedra prosperou, ganhou posto telegráfico, estradas e os primeiros automóveis. No primeiro ano de funcionamento a fábrica empregava mais de 800 operários, entre homens e mulheres, produzindo diariamente mais de dois mil carretéis de linhas para costura, rendas e bordados.

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